quarta-feira, 11 de março de 2009

IVS no Dia da Raça, 10 de Junho de 1955

Assim era a formação dos alunos no IVS. Da foto reconheço dois, mas não recordo os nomes: Em pé, segundo à esquerda o filho do Prefeito Paiva e segundo do lado direito o filho prematuramente falecido do Dr. Gil Marçal.
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6 comentários:

MIGUEL VAZ SERRA disse...

Colegas
Queria deixar aqui um beijo enorme para a Natércia. Ela provavelmente aturou-me alguns gritos e choros e apesar de não me lembrar disso lembro-me sim dela e de muito pequeno do 14 a quem mando um abraço enorme, António. O vosso Pai ( saudosíssimo Ten. Mendes Nunes ) que o meu adorava ( Fernando Vaz Serra )ainda foi meu professor e apesar de ter medo que sufocasse com os ataques de tosse e o cigarro sempre aceso na boca enquanto falava, era das pessoas mais entranháveis que jamais conheci...Que saudade……imensa.....bem hajam...........................

Sérgio Lopes disse...

Verdade que passei a maior parte da minha vida adulta a ser colocado por todo o mundo e que com isso sofreu o meu português, aliás quase totalmente aprendido no IVS, por que daí em diante só estudei em faculdades de língua inglesa. Foram precisas tantas décadas e chegar-nos o nosso "puto" Miguel para me recordar do adject. 2 gén. "entranhável", que define tão bem a personalidade do saudoso Ten. Mendes Nunes!

Obrigado Miguel! Valeu!

P.S. Não me digas, Miguel, que a Natércia foi tua professora no IVS? Aliás, história que ela nos deve por ter de facto sido professora no IVS.

Natércia Martins disse...

Claro que sim Fui professora do Muguel. Foi logo no início da minha carreira Se calhar não tenho muitas histórias Eu era bastante nova, nessa altura. Tinha como aluno, também um neto do escritor Ricardo Alberty
O miguel gostava, já nessa época, de ler os livros do Nody, que adoptei como livro de leitura, na sala de aula.

Sérgio Lopes disse...

Eu acho uma ternura, este reencontro entre professora e aluno, isto é a Natércia e o Miguel. E o pormenor do aluno Miguel ter induzido a professora a adoptar os livros do Nory que ele gostava de ler, o que levou indirectamente o Miguel, através da professora, a influenciar tantos outros garotos que viriam a ser alunos da Natércia durante a sua carreira de professora. Enfim, um elo entre o passado e o presente do IVS que nos liga a todos e, penso, cumpre o propósito do nosso blogue. Sobretudo quando o Miguel acontece ser um Vaz Serra, uma família que faz parte inextinguível da historia d vida de todos nós.

Também notei o pormenor que a Natércia trouxe a lume. Fomos todos mais novos, pasme-se até fomos todos “muito novinhos”, como pôs a Natércia, incluindo, não esqueçamos, o Miguel que se aproxima do meio século de idade. Como o tempo voa!

Att. Miguel - sabes que é e garotinha em farda de gala sentada à direita na fotografia do cabeçalho do Blogue?

MIGUEL VAZ SERRA disse...

Sérgio, tu andaste por esse mundo e eu estive décadas fora ;) Até tenho uma outra nacionalidade, para veres como foram longos os tempos fora daqui :)
Natércia,amiga,fartei-me de rir com a história do Nody pois agora e depois de meio século, estão as minhas sobrinhas-netas, Leonor e Beatriz com a mesma personagem até em balões...Deve ser uma "Nodys agudis" genética :)
Em relação á fotografia, pode ser a minha prima Ana Celeste Vaz Serra? parece...Eu não vou a Cernache há anos e fui só para acompanhar o meu Pai á última morada como dizem os padres. Foi uma miragem que não quero nunca perder e por isso não quero rever e menos depois da venda do IVS a uma fábrica de educação em massa.
É assim a vida ;)
beijo e abraço

Sérgio Lopes disse...

Miguel, não andei só pelo mundo. Desde que saí do IVS Portugal tem sido só ponto de passagem. Vivi 10 anos ininterruptos na África do Sul, onde tive o meu primeiro emprego, depois fui gestor expatriado em 11 países, alguns repetidos como o Brasilx2 e os EUAx2; e quando me reformei acabei ficando nos EUA para não tirar de cá os filhos que já estavam completamente “americanizados” e se tinham naturalizado americanos. Quando fui transferido daqui para a Tailândia eles já cá ficaram, até por que o mais velho tinha entrado para a faculdade. Portanto, o teu percurso tem algumas semelhanças com o meu, as razões é que diferem. Lamento muito os tempos difíceis que tu e a família passaram.

Não, pensei que reconhecias a tua professora Natércia que, pasme-se, também teve de passar pelo seu tempo de teenager... ahahahahah. Eu tenho uma filha de 16 anos que pensa que eu já nasci velho, que não passei pela metamorfose do crescimento, nunca tive de enfrentar os desafios que os teenagers hoje enfrentam, nunca vi mudanças bruscas de comportamentos, etc.. Quando lhe digo que no meu tempo não havia televisão, Internet e telemóvel, nem texting, portanto não tínhamos os meios que eles hoje têm, ela fica incrédula. E quando lhe digo que apesar de tudo, quem inventou o Rock foi a minha geração e que eles só lhe multiplicaram decibéis para se tornarem numa geração de surdos ela fica furiosa...

Olha lá, as pequeninas que eu levava ao dentista a Tomar sempre eram as tuas irmãs, não eram? A Senhora tua Mãe deve lembrar-se, incluindo do FIAT 600. Os meus respeitos à Senhora tua Mãe.

Continuo a não ter o teu endereço e-mail para te acrescentar aos autores do blogue para que as tuas intervenções não tenham que passar pela moderação e sejam imediatamente publicadas. Para tal é preciso que te mande um convite via sistema.

Grande abraço.

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