quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O baú das recordações

Eu e o Pedro que era de Moçambique e por vezes vinha nas férias para as Caldas para casa de uma família amiga
O Daniel e eu numa saida de campo que já não me recorda em circunstâcias.

2 comentários:

Natércia Martins disse...

Se calhar no teu tempo o corneteiro já tinha desaparecido. Houve lá um, que veio sei lá de onde, e que tocava uma corneta que se ouvia em minha casa. O Profírio Paiva era o contínuo muito mauzinho que lá passou.
Também os alunos desfilavam com uma espingarda às costas pelas ruas da Vila aos Domingos de manhã e nos feriados.
Deves ser mais novo e já não és dessa época Eu devia andar nos primeiros anos do liceu
Quem costumava comandar era o Lamy e o Campeão ( ambos falecidos )

Sérgio Lopes disse...

Por falae em baú de recordações, vocês lembram-se da habilidade que o Prior tinha para “subtrair” galinhas das quintas vizinhas? Torcia-lhes o pescoço com um único golpe e elas nem davam pio. Depois eram depenadas, cozinhadas e ingeridas na camarata (internato velho), sem que o João, guarda-noturno, se aperceber ou fingisse que não se apercebia.

Até que um belo dia o Prior foi mais criativo e muito mais ambicioso e “subtraiu” um peru ao Presidente da Câmara, cujo nome não recordo; mas foi descoberto e obrigado pelo Dr. Gil Marçal a devolver o peru. O Presidente da Câmara não tinha dado pela falta do peru – tinha muitos – e foi surpreendido quando o Prior de cabeça baixa apareceu a devolver o bicho mortinho da costa, pescoço à banda e a badalar. O senhor achou um piadão e acabou por dizer ao Prior que fosse buscar uns colegas e aparecessem todos para o jantar.

Já adivinharam! O jantar foi o dito cujo...

Ainda a propósito do João, guarda-nocturno, quando alguém fazia uma malandrice ele desabafava "coitados, são pobres de espírito que não vão mais além!"