sexta-feira, 8 de maio de 2009

Rally de Monte Carlo

Depois de muito vasculhar lá consegui encontrar mais alguma coisa.
Passaram muitos anos, percorremos muitos kms, mas, com boa vontade, lá se encontram coisas que é de partilhar.
Para Identificação.
Em cima: João Facha, Manuel Delfim,Victor Domingues, Manuel Vaz Serra e o Alcobia.
Ao meio:Carlos Guerra Roque, o homem que explorava a cantina do IVS, e o bar do Viação Cernache, depois Joaquim Cabrita, Manuel Rodrigues e o nosso amigo Jorginho.
Em baixo: o 1ºnão sei (António Prior?), depois o José Oliveira e o Guy. 
Foi uma foto tirada às tantas da manhã, 3 ou 4, e foi a forma que nós encontrámos para incentivar o Eng. Nuno Vaz Serra que competiu nessa edicção.
O carro era um Borgward Isabella branco,e, ao que me lembro chegou a Monte Carlo.
Um abraço
João Facha

4 comentários:

Sérgio Lopes disse...

Ó João, parece um grupo de foragidos à espera que o banco abra para o assaltarem ahahahahah

Aparece a primeira foto do Manuel Vaz Serra (com quem eu e outro grupo de foragidos "assaltámos a adega do avô dele, o Comendador Libânio Vaz Serra, e mamámos do melhor presunto, chouriço pendurados ao fumeiro como manda a tradição, e um belo tintol, corria aí o ano de 57)...

Sérgio Lopes disse...

O que é que será feito do Roque? Era mais novo que eu, mas era um garoto porreiro e nós até o deixávamos alinhar connosco.

Joao Facha disse...

Também gostava de saber.
Não é certamente do teu conhecimento,mas,antes de ir para Angola,o Carlos viveu algum tempo em minha casa.Até lhe arranj´mos emprego no INE.
Nas tais alturas,Natal, Ano Novo,Aniversários sempre aparecia alguma notícia.Passou tempo,e,um dia quando vim da RTP, lá estava o Roque.
Com um enorme buraco na coxa.Tinha sido ferido em combate.Nesse dia disse-nos que tinha arranjado um emprego no Brasil,no Norte,na prospecção Médica.
Partiu pouco depois, durante algum tempo ainda escreveu algumas cartas,principalmente para a minha Mãe.
Num Natal qualquer,mandei-lhe as Boas Festas,passado dias,recebi, devolvido ao remetente a minha carta.
Por muito que escrevi, nunca mais soube nada desse meu Amigo.

Sérgio Lopes disse...

Se calhar é mais um que se foi, sem deixar rasto, por que se ele tinha de certo modo uma dívida de gratidão para contigo e a tua mãe, não deixaria de escrever de vez em quando.