domingo, 19 de abril de 2009

Onde estão os rapazes do meu tempo?

Sala de estudo no IVS 3 Recordo o Lagoa, António Cortes, Maldonado Cortez à minha esquerda, à direita de branco, quem é?
Vá lá. Não se esqueçam de tomar as pastilhas de manhã, ao almoço, ao jantar e ao deitar e apareçam no Blogue.
Se têm medo do computador peçam ajuda aos netos e vão ver que isto é divertido.
Vale a pena.
Nós tivemos a sorte de ainda assistirmos a esta grande revolução tecnológica...
Conto-Vos uma recordação:
Eu fazia parte do IVS 3 que era o internato em casa do Dr. Gil Marçal. A música de cabeceira era uma velha galena que disputávamos à vez entre os camaradas de quarto: Taborda, Zé Galvão, Cortes, Maldonado, mais não lembro. Depois as coisas evoluiram e alugámos um rádio, grande caixote, no relojoeiro da terra, o Lourenço; pelo aluguer pagávamos vinte cinco tostões por mês. Ficámos prejudicados pois tivemos que entregar o rádio antes do mês acabar.
O Gil acabou com a musica.

2 comentários:

Sérgio Lopes disse...

Bem-vindo António Fabre. Que alegria nos dás e vens bem armado com fotos e outro documentos que vão escrevendo a história do IVS do nosso tempo.

Justíssima a homenagem que fazes ao saudoso Gil Marçal e estou contigo quando dizes que fazem falta neste nosso Portugal homens como eles, bem como docentes como aqueles de que ele sabia rodear-se.

Perguntas onde estão os rapazes do teu tempo. Alguns, tristemente, já não estão entre nós. Da lista de artista que colaste, há dois nomes saudosos que já partiram, o Lamy Baptista e o Rui Gomes. Ambos prematuramente. Doutros até temos o contacto e já falámos com vários, mas têm medo que o computador (ou o rato) morda e a Internet engravide. Ainda hoje estive mais de uma hora ao telefone com o João José Chambel a tentar convencê-lo que o rato é manso e amestrado. A Cesaltina, o Galinha, O Nuno Bonneville (já inscrito), o Jorge Nogueira um dia hão-de ir ao blogue.

Soube que a Mafalda Villas-Boas e a Maria Teresa Carvalho tinham ido passar a Páscoa juntas a Cernache, mas não consegui que respondessem ao telefone. Também dos EUA, com a diferença horária, sinto alguma dificuldade de falar com as pessoas em Portugal a uma hora decente e fora do que julgo ser uma hora decente não telefono.

Com o tempo iremos lá.

Grande abraço

Sérgio

Natércia Martins disse...

Só para dizer que os rapazes do teu tempo devem andar pelos mesmos sítios das raparigas do meu tempo, também