sábado, 18 de abril de 2009

1 de Maio de 1955 À frente, em continência, vai o Carrasco Marques. Reconheço ainda o Nuno Bonneville, primeiro esquerda e o Verdugo, 4º na fila mais perto de nós. Eu vou aí de certeza, só não sei onde...
E os outros, alguém reconhece?

4 comentários:

Natércia Martins disse...

Era o Acácio ou o Zé Avelar que nunca lá viu armas ?
Aqui estão elas em todo o seu esplendor !!!!para a época !!!!!

Sérgio Lopes disse...

Ó Natércia, penso que foi o Zé Avelar que nunca lá viu armas...
Pudera, assim que ele se matriculou esconderam todas as armas. Lembras-te da foto dele na tropa? Também não tem arma que a tropa não é parva. E até puseram um cão a vigiá-lo ahahahah

Acácio Leite disse...

Não sei se o Avelar também não viu armas . Eu sei que entrei no IVS em OUT/1957 já não havia armas e julgo ter percebido , na altura , que as armas tinham acabado no ano lectivo anterior por causa de um sitiamento feito á GNR com as ditas cujas . Será ?

Sérgio Lopes disse...

Não Acácio, não que eu recorde e eu estava lá. As armas acabaram por que deixaram de fazer sentido depois da "revolução" das fardas, quando os alunos mais antigos deixaram de as vestir e a situação foi aceite ou tolerada pela nova administração.

Que eu recorde, não houve nenhum confronto com a GNR. Foi um assunto puramente interno do IVS.

Naturalmente, a referência ao Zé Avelar foi uma graça minha e podia ter-te escolhido a ti. Calhou a ele. Sou um brincalhão por natureza, esperando que não levem a mal, que tenham poder de encaixe. Por exemplo, a Natércia é alvo das minhas brincadeiras e aí não tenho mais nenhum alvo feminino. Cai tudo sobre a pequena. Mas ela encaixa bem. Ainal, a vida, diz-se, são dois dias e tem de ser levada "leve-leve", como dizem os santomenses.