segunda-feira, 26 de julho de 2010

Visita do Saul

Foi com muita alegria e alguma emoção que, no passado dia 24, recebi a visita deste nosso amigo acompanhado da sua esposa. Quem não se lembra do Saul dos tempos memoráveis do Grupo Desportivo Viação de Cernache? Embora há já trinta e muitos anos no Brasil, não deixa de vir a Portugal visitar os muitos amigos que cá deixou. Tenho o previlegio de ser um deles e durante a sua visita a minha casa tivémos oportunidade de recordar factos e pessoas de alguns anos passados enquanto saboreávamos umas belíssimas sardinhas assadas regadas com bom vinho aqui do Cartaxo. Obrigado Saul pela visita e no próximo ano cá te espero.

4 comentários:

Sérgio Lopes disse...

Foi-me muito grato ver estas fotos do Saúl e da Esmeralda, duas pessoas intimamente ligadas à história da minha vida, ora reencontradas graças ao blogue IVS.

Recordo bem o dia em que o Fernando Vaz Serra, então dirigente do Viação Sernache, me incumbiu de ir de carro (creio que no FIAT 600) a Figueiró dos Vinhos buscar o Saúl. Tinha eu 18 anos. O Saúl fez a sua marca no clube, ajudando-o a ir até à 2ª Divisão Nacional.

Grande abraço Esmeralda e Saúl. Tive muita pena de não vos encontrar pessoalmente. Espero ainda andar por aí quando voltarem a Portugal.

Débora Passos disse...

Vocês são todos uns amores.
Obrigada Garcez e que bom que gostastes da visita da vovó Esmeralda e do vovô Saul. Certeza que também gostaram muito de vos visitar. São uma jóia. hihihi
Beijinhos

Natércia Martins disse...

Também gostava de ter encontrado o Saúl. Cernache já não é o que era para mim. Tenho perdido muita gente que ali estava. Vou por lá com muita mágoa.

Antonio Garcez disse...

Olha Natércia, também eu já não vou a Cernache com a mesma satisfação com que o fazia há dez ou quinze anos. O que me faz lá ir de tempos a tempos, é a família que me resta. Já por lá existe muito pouca gente do meu tempo, e quando lá vou quase não vejo ninguém. Temos que nos ir habituando que a vida a partir de agora já pertence ás gerações seguintes e nós vamos ficando esquecidos no tempo.