Do actual Instituto Vaz Serra recebemos via e-mail esta Newsletter que repoduzo com muito prazer.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Campanha Victoria's Secret
Seis top models fazem parte da nova campanha da marca Victoria's Secret.
Aparecem nuas, apenas com sapatos de salto alto e milhões de dólares em jóias.
A campanha irá para o ar na americana CBS, a partir de 4 de Maio 2010.
Deve estar a perguntar por que é que uma campanha que está aparentemente pronta, só vai para o ar em Maio...
Aparecem nuas, apenas com sapatos de salto alto e milhões de dólares em jóias.
A campanha irá para o ar na americana CBS, a partir de 4 de Maio 2010.
Deve estar a perguntar por que é que uma campanha que está aparentemente pronta, só vai para o ar em Maio...
Ora bem... a resposta é simples!
É porque, daqui até lá, o fotógrafo acredita que vai conseguir fazer com que a modelo loira compreenda que deve dobrar a porra da perna esquerda ! !
É porque, daqui até lá, o fotógrafo acredita que vai conseguir fazer com que a modelo loira compreenda que deve dobrar a porra da perna esquerda ! !
Crónica de António Mendes Nunes (para nós o 14)
ESPECIALISTA HISTÓRIAS DE LISBOA
Uma roleta no S. Carlos
por António Mendes Nunes, Publicado em 28 de Abril de 2010
Na semana passada escrevemos sobre António Marrare, o napolitano que ensinou os lisboetas a apreciarem o bom café. Voltamos hoje a contar uma história deste verdadeiro empreendedor, namoradeiro dos quatro costados e antimiguelista ferrenho. Em 1833, quase um ano antes da assinatura da Convenção de Évora-Monte, que pôs fim à guerra civil, com a derrota dos partidários da monarquia absoluta, ofereceu um banquete faustoso no seu Marrare do Polimento, a que assistiram dois importantes chefes liberais, os duques de Palmela e da Terceira.
Já desde o início da década de 1810 António Marrare se tornara o fornecedor oficial do botequim do Teatro de S. Carlos, acabando por passar à sua exploração directa meia dúzia de anos mais tarde. Nessa altura arranjou namoro com Margarida Bruni, bailarina de uma companhia italiana, tendo-se tornado seu amante de casa e pucarinho. A Bruni acabou por se tornar empresária do teatro, de sociedade com João Baptista Hilbrath, com o apoio logístico de Marrare. Se as óperas eram uma miséria (a Bruni não pagava aos artistas) e o teatro estava muito tempo sem espectáculos, como se pode ler numa advertência da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino no Diário do Governo de 29 de Novembro de 1822, as festarolas de comes e bebes eram o máximo. Um dia a Bruni e o Marrare resolveram instalar uma roleta no S. Carlos. Foi a gota de água. Por ordens do intendente Pina Manique, a concessão acabou-se. A Bruni eclipsou-se e o Marrare continuou a sua carreira triunfal de estalajadeiro, até à morte, em 1839.
Editor de opinião
Escreve à quarta-feira
terça-feira, 27 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Nova Letra do Hino Nacional
DES@INO.NACIONAL
Heróis do mal
Pobre Povo
Nação doente
E mortal
Expulsai os tubarões
Exploradores de Portugal
Entre as burlas
Sem vergonha
Ó Pátria
Cala-lhe a voz
Dessa corja tão atroz
Que há-de levar-te à miséria
P'ra rua, p'ra rua
Quem te está a aniquilar
P'ra rua, p'ra rua
Os que só estão a chular
Contra os burlões
Lutar, lutar !
quinta-feira, 22 de abril de 2010
O melhor café do mundo por António MN
informação21Abr2010Quarta
informação
21Abr2010
Quarta
ESPECIALISTA HISTÓRIAS DE HUMOR
O melhor café do mundo
por António Mendes Nunes, Publicado em 21 de Abril de 2010
QUANDO SE FALA em café lembramo-nos dos italianos, que desenvolveram máquinas modernas, eficazes e de belo design para o fazerem, tornando-se famosos em todo o mundo com o seu expresso. Pelo contrário, em Espanha não sabem fazer café. Na Alemanha estragam os melhores lotes em infusões pálidas que servem em canecas imensas. Em Inglaterra, sobranceiramente, bebem chá, que por sinal por lá foi divulgado por uma rainha que era portuguesa. E em Portugal? O nosso café é genericamente bom, mas nem sempre foi assim. E se o italiano António Marrare ficou para sempre ligado à cozinha portuguesa com o bife que se cozinhava num dos seus cafés, o do Arco Bandeira, justo era que também fosse lembrado como o homem que mostrou aos lisboetas o que era na verdade essa bebida.
Até ao início do século xix o que se bebia nos cafés e botequins da capital era uma mixórdia composta por alguns grãos de café misturados com tremoço, fava, feijão e grão-de-bico bichado, tudo torrado e misturado com um toque de fel de vaca para lhe dar um pouco de amargor.
Foi António Marrare quem, no célebre Marrare do Polimento, ao Chiado, primeiro serviu café puro, em chávenas de porcelana e bandejas com cafeteira, açucareiro e colheres, tudo em prata. Custava o triplo do que custava noutros estabelecimentos, mas freguesia não lhe faltava. Outros cafés foram-lhe seguindo o exemplo. Lisboa começou a beber do melhor café do mundo há 200 anos, pela mão de um italiano.
Editor de opinião, escreve à quarta-feira
Subscrever:
Mensagens (Atom)


